H5N1 Ver antes que retirem do youtube.
Será teoria da conspiração ou mesmo verdade?
Assustador a ser verdade.
Medicinas Naturais, pretente promover a saúde e o bem estar através da utilização e divulgação de práticas milenares das medicinas orientais e naturais, e não só. Nosso objectivo é sermos um agente importante na mudança de mentalidades e contribuinte para a progressiva aceitação das medicinas naturais. Ter em cada paciente um testemunho vivo da nossa competência. A leitura deste blog não dispensa a consulta do seu médico

Cólica, TMP, dor de cabeça, dor nas costas, má digestão... Você pode prevenir vários problemas de saúde praticando ioga. Conheça três garotas que tiveram nessa prática a principal aliada na conquista de uma vida mais feliz. E adote as seis posturas curativas que prometem aliviar
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Ansiedade é pano de fundo para a compulsão
Compulsão por comida, compras, exercícios. Tema do quadro Conversa ao Vivo de hoje. Direto do Rio, a repórter Ana Paula Araújo volta agora com as principais dúvidas dos telespectadores.
JH: A gente começa com a mensagem da Tamires, de Itabuna, que é praticamente um pedido de socorro, diz ela que gasta tanto que chegou a usar o dinheiro da faculdade esse mês para pagar as compras. Doutor Sérgio Cyrino, nosso convidado, o que ela pode fazer?
Cyrino: Deixa o cartão de crédito em casa, carrega pouco dinheiro, saia, mas evite passar pelos shoppings. Tem que se vacinar, de certa maneira, contra esse impulso.
JH: A Estrella, da região dos Lagos, quer saber se fazer compras ou comer sem controle é alguma fuga. Como deve fazer o tratamento? A Edna, de Passo Fundo, pergunta se esse tratamento é com remédios? É com psicólogos?
Cyrino: Geralmente é com as duas coisas. O remédio controla, mas é necessário que haja um acompanhamento contínuo. Não é só tomar o remédio e ficar com ele em casa. É ter a assistência também de um psicanalista, de um psicólogo, de um psiquiatra, se for o caso do remédio também.
JH: A Renata pergunta se tem cura para a compulsão ou isso sempre volta?
Cyrino: Olha, frequentemente volta sim. É uma coisa que a gente pode dizer que é crônica. Algumas pessoas se recuperam, mas é sempre bom ficar de olho.
JH: A Nicolly, diz que quando está nervosa, não para de comer. Quando se acalma, começa a fazer exercícios exageradamente. Como controlar isso?
Cyrino: Ela deve evitar evidentemente o primeiro impulso. Evitar comer. Porque isso é uma compensação que ela tem, ela sente culpa. Deve procurar enfocar bastante essa sensação de culpa que ela tem em relação às coisas.
JH: A Fátima disse que é compulsiva por tudo. Se não pode comer, sai gastando; se não pode gastar, faz qualquer coisa em excesso, até arrancar cabelo. É comum ter compulsões assim, vários tipos?
Cyrino: Pode acontecer, sim. Não é totalmente comum, mas as coisas estão relacionadas. Elas são geradas por ansiedade. É o pano de fundo.
JH: A Márcia, de Mangaratiba diz que sempre gastou demais, comeu muito e agora tem uma compulsão por jogos de computador. Às vezes ela joga por mais de cinco horas. Como se combate essa compulsão dos tempos modernos?
Cyrino: As compulsões dos tempos modernos são fruto do isolamento que as pessoas muitas vezes vivem, portanto, é interessante ter outras pessoas por perto, que tirem a pessoa daquele isolamento, daquela repetição gerada pela necessidade de ficar grudada no computador, que é um meio de manter a pessoa presa. Uma pessoa amiga, que ela goste e que não concorde com aquilo. É necessário, uma força externa.
JH: A Luciana pergunta se procurar um grupo de apoio como os alcoólicos anônimos ou comedores anônimos, isso funciona?
Cyrino: Muito. As pessoas cuidam de quem está no grupo. Umas cuidam dos outros. Acompanham os outros fora dali, não só na reunião, mas na vida da pessoa de um modo geral.
JH: Sérgio Cyrino, psicanalista, muito obrigada pelas dicas. Ele é da Federação Brasileira de Psicanálise e o assunto é tão sério que a federação até promove um Congresso Brasileiro de Psicanálise aqui no Rio, exatamente para discutir a compulsão.
Fonte:G1

“A salsa serve para tempero e serve para os rins. O chá é um santo remédio para expelir pedras dos rins”, afirma a feirante Fátima Barros.
“Dizem que é bom para a saúde. Graças a Deus, até hoje nunca tive problema nenhum”, assegura o agricultor Leomar Nörnberg.
“Eu já tenho 48 anos de idade. Fazendo corrida de aventura, um esporte muito desgastante, não posso me dar ao luxo de envelhecer mais ainda”, diz o dentista Vescio Barreto.
Não é à toa que as flores são tão hospitaleiras para as abelhas (Foto: Reprodução)
Explica-se: o ruflar de asas das abelhas é, para as lagartas, idêntico ao de certas vespas que caçam essas larvas herbívoras. Normalmente, as lagartas detectam esse ruído com a ajuda de pêlos sensíveis localizados na superfície de seu corpo, explicam Jürgen Tautz e Michael Rostás, autores da pesquisa recém-publicada na revista científica "Current Biology".
Ao "ouvir" o barulho, as lagartas amedrontadas param de se mexer (e de mastigar; em condições normais, comem quase sem parar) ou então pulam da planta para escapar. A hipótese dos dois pesquisadores era que a vizinhança de abelhas teria o mesmo efeito.
Para verificar a idéia, eles usaram tendas experimentais no jardim botânico da Universidade de Würzburg, onde trabalharam. Nas tendas havia mudas de pimenta e de soja, que foram infestadas com lagartas. Parte das plantas foi deixada desse jeito, enquanto a outra parte foi ligada a uma colméia, de maneira que as abelhas tinham livre acesso ao local.
Foi assim que a diferença bem respeitável na taxa de herbivoria das lagartas foi detectada. Os pesquisadores sugerem até que a descoberta pode inspirar uma nova forma de controle biológico das larvas -- usando abelhas, claro.
fonte: G1

Maxson Janailson dos Santos, como parte de seu trabalho de conclusão de curso, detectou uma concentração de agrotóxicos acima da permitida em cinco dos alimentos mais comercializados em Natal: banana, maçã, mamão, tomate e alface. O resultado serve de alerta para os consumidores e também para o poder público, uma vez que atualmente não há fiscalização sobre esse tipo de contaminantes no Estado.